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	<title>Arquivo de Imobiliário - Grupo City</title>
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	<title>Arquivo de Imobiliário - Grupo City</title>
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		<title>Imobiliário. Seis tendências que vão marcar o resto do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev_grupocity]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 11:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de já terem passado quase cinco meses desde o início do surto em Portugal, há algumas incertezas no setor, mas também otimismo. O mercado imobiliário português está envolvido por nuvens cinzentas. A pandemia do novo coronavírus alterou a realidade do setor, cuja atividade ia de vento em popa. Apesar de já terem passado quase [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dinheirovivo.pt/wp-content/uploads/2015/10/ng3441682.jpg" alt="Fotografia: D.R."/></figure>



<p><strong>Apesar de já terem passado quase cinco meses desde o início do surto em Portugal, há algumas incertezas no setor, mas também otimismo.</strong></p>



<p>O mercado imobiliário português está envolvido por nuvens cinzentas. A pandemia do novo coronavírus alterou a realidade do setor, cuja atividade ia de vento em popa. Apesar de já terem passado quase cinco meses desde o início do surto em Portugal, há algumas incertezas no horizonte, mas também otimismo.</p>



<p><strong>1. Preços dos imóveis não caem </strong></p>



<p>Apesar da expectativa de muitos potencias compradores e também vendedores, o primeiro semestre de 2020 não apresentou a diminuição dos preços esperada. Agentes do mercado como a Confidencial Imobiliário, Imovirtual e Casafari já avançaram que os preços vendidos e anunciados aumentaram até junho. Por outro lado, o valor das rendas tem vindo a diminuir, mas isso não se deve continuar a verificar. Gonçalo Nascimento Rodrigues, fundador do blog Out of the Box, especializado no mercado imobiliário, diz que a queda de preços não irá acontecer antes do segundo semestre de 2021, devido aos apoios que têm vindo a ser dados às empresas e famílias.</p>



<p><strong>2. Rendas diminuem, mas por tempo limitado </strong></p>



<p>Com a crise que a pandemia provocou no setor turístico, um maior número de imóveis entrou no mercado de arrendamento de longa duração e consequentemente uma quebra nos valores das rendas. No entanto, as previsões apontam para que esta realidade se esgote assim que a crise provocada pela covid-19 termine. “O mercado de arrendamento em 2008 atraiu a oferta e a procura, devido à crise, mas mal houve estabilização no mercado de compra e venda o mercado de arrendamento perdeu o que tinha conquistado”, diz Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário.</p>



<p><strong>3. Juros mantêm-se baixos </strong></p>



<p>No segundo semestre de 2020, é expectável que as taxas de juro permaneçam baixas, uma vez que o Banco Central Europeu (BCE) não pretende aumentar os juros de referência nos próximos meses, o que se reflete nos contratos de crédito aos particulares. Os juros usados como indexantes nos contratos de crédito habitação estão em linhas com as expectativas em relação às políticas do BCE e, neste contexto, deverão manter-se baixas por mais tempo. Os spreads praticados pelos bancos estão também baixos, conseguindo-se taxas de 1% ou inferiores. Mas é sempre possível que os bancos possam restringir os critérios de concessão de crédito dado os riscos da situação económica do país.</p>



<p><strong>4. Procura por zonas mais periféricas aumentou </strong></p>



<p>O período de confinamento levou muitas famílias a perceber que precisam de outro tipo de espaços de habitação. Para Cláudio Santos, do Doutor Finanças “será expectável que, nos próximos meses, se assista a uma troca superior ao normal, de imóveis em centros urbanos densos por imóveis nas periferias, com menor densidade populacional e com maiores espaços exteriores disponíveis”.</p>



<p><strong>5. Retorno do investimento externo vai ditar recuperação do setor </strong></p>



<p>De acordo com um estudo da Cushman &amp; Wakefield há cerca de sete mil milhões de euros disponíveis para investimento no mercado nacional, o que demonstra o imobiliário português continua a ser um ativo atrativo para investidores externos. Pode haver projetos adiados, investimentos congelados, mas o imobiliário tenderá a recuperar e o interesse externo deverá ganhar nova força.</p>



<p><strong>6. Quebras no horizonte </strong></p>



<p>Os especialistas preveem quebras significativas no setor imobiliário. Gonçalo Nascimento Rodrigues estima “uma quebra significativa este ano, de cerca de 30%, em número de transações, sendo ainda expectável que os preços das casas caiam, mas não para já, pois enquanto a banca continuar a emprestar, as transações vão continuar a existir, não justificando uma possível quebra de preços”. Ricardo Guimarães, da Confidencial Imobiliário, não tem dúvidas: “a grande questão que se coloca é qual a duração que a crise vai ter”. Já Cláudio Santos, CCO e partner do Doutor Finanças considera que “até ao final do ano vamos assistir a uma quebra no número das transações e isso terá impacto no mercado, mas devemos também assistir a uma retoma da procura motivada pela vontade de trocar de casa do mercado nacional e a retoma da procura do interesse do mercado internacional”.</p>



<p>Fonte da notícia<br><a href="http://www.dinheirovivo.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.dinheirovivo.pt</a><br>Para visualizar a notícia original, <a href="https://www.dinheirovivo.pt/economia/imobiliario-seis-tendencias-que-vao-marcar-o-resto-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui.</a></p>
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		<title>A Equipa n.º1 da ZOME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev_grupocity]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 11:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Team City, em Odivelas, tem como missão oferecer a maior qualidade e serviço no mercado imobiliário. Desde 2011 neste setor, representa a ZOME desde o início do ano passado. A empresa tem como diretor geral Mário Cepa, um economista de profissão, “exponente máximo da Team City”. Em entrevista à revista Gestão Empresarial, a filha [&#8230;]</p>
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<p><strong>A Team City, em Odivelas, tem como missão oferecer a maior qualidade e serviço no mercado imobiliário. Desde 2011 neste setor, representa a ZOME desde o início do ano passado.</strong></p>



<p>A empresa tem como diretor geral Mário Cepa, um economista de profissão, “exponente máximo da Team City”. Em entrevista à revista Gestão Empresarial, a filha Rita Cepa, diretora de marketing do grupo e arquiteta, referiu qual a missão da equipa, que conta com mais de 20 colaboradores. “Estamos no mercado há nove anos, começamos na região de Óbidos e, mais tarde, quando quisemos alargar horizontes, surgiu a oportunidade de vir para Odivelas”. O concelho é um dos melhores para viver e “está em 18º, entre 308 que existem em Portugal, quanto à força e peso imobiliário”, refere Rita Cepa.</p>



<h3>O serviço mais completo possível</h3>



<p><br>O Grupo City, para além do mercado imobiliário, conta com outras empresas que se complementam, “desta forma agregamos vários serviços em torno do imobiliário, que ajudam os clientes, não só a comprar casa, mas a poder vivê-la da melhor forma, desde o primeiro momento”, explica. Assim, contam com uma empresa de contabilidade, a Contoeste, que tem mais de 30 anos, o gabinete RC Arquitetura e uma empresa de remodelações. “Se um cliente quer comprar um terreno, podemos tratar do projeto e licenciamento. Caso precise de acompanhamento fiscal ou de obras e remodelações podemos prestar esse serviço” enumera. Assim, “marcamos pela diferença, com uma lista de serviços muito mais completa”.<br>Para a empresa, este negócio é muito mais do que imóveis, é um negócio com foco nas pessoas, onde os resultados estão intrinsecamente relacionados com a boa relação criada com os clientes. “É isso que promovemos, e que queremos que os membros da equipa façam com os clientes. É o que procuramos fazer com os nossos consultores”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://gestaoempresarial.eu/wp-content/uploads/2020/07/2020-06-15-12.12.04-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-6179"/></figure>



<h3>“Sozinhos vamos mais depressa, mas juntos vamos mais longe”</h3>



<p><br>O objetivo da Team City é duplicar o número de consultores até ao fim do ano, por isso, está a recrutar. O lema é “mais que uma equipa, uma família”, por isso, trabalhamos com espírito de equipa e cooperação. “Isto não é um cliché, é a realidade. Somos uma família que partilha e queremos crescer juntos. Sozinhos vamos mais depressa, mas juntos vamos mais longe. É muito bom para quem começa, porque quem entra na equipa é devidamente acompanhado. Muitos destes comerciais estiveram noutras marcas e não obtinham os resultados que têm connosco. Aqui têm resultados, porque são formados e acompanhados para conseguirem ter resultados. Algo que reflete o sucesso da equipa é a média de tempo até à primeira venda, “no geral, no mercado imobiliário, um consultor novo demora seis meses. Nós conseguimos diminuir para dois”, conta Rita Cepa.<br>Um dos responsáveis por este sucesso é o diretor-comercial, Reynaldo Lessa. “O Reynaldo é muito mais do que um diretor-comercial, tem uma função que não existe em mais nenhuma agência no país, passa 90% do seu dia-a-dia a trabalhar e a ajudar os novos consultores”, admite a entrevistada.</p>



<p>Segundo Reynaldo Lessa, “o segredo é acompanhar os profissionais no terreno a 100%, de forma a estarem totalmente confiantes na sua função. Não há um consultor novo que vá para a rua sozinho fazer posicionamento, fazer uma angariação ou uma visita. Assim, tiramos a possibilidade que se perca um negócio, devido à falta de experiência e que poderá causar desânimo nos novos consultores”.</p>



<p>A equipa angariou no ano passado, em sete meses, 90 imóveis, das quais fecharam 32 vendas. Este ano, apesar da pandemia, já tem 47 novas angariações, sendo que em junho foram feitas 12. E temos como objetivo até ao final do ano fazer uma angariação por dia. Focam-se principalmente no mercado de Odivelas e, pela proximidade, trabalham também Loures, Lisboa, Amadora, Sintra e Cascais.</p>



<p>Os resultados traduzem-se em prémios constantes, “o mais especial foi a primeira vez que fomos a equipa número um a nível nacional, no mês de Novembro de 2019, com apenas seis meses nesta marca, apesar de termos entrado em maio, contra equipas que trabalhavam desde janeiro”, reflete Rita Cepa.</p>



<h3>“A ZOME foi uma lufada de ar fresco”</h3>



<p><br>“O surgimento da ZOME, em 2019, foi um momento crucial para a nossa equipa, que não via alternativas nas outras marcas. Procurávamos algo diferente, onde nos revíssemos, por isso, quando surgiu esta nova marca, foi uma lufada de ar fresco para o mercado imobiliário”, admite a empresária. Para a Team City, a ZOME percebe que a tendência do mercado é acompanhar pessoas, “foi refrescante encontrar uma marca que percebe que a importância do mercado imobiliário está nas pessoas, que o trabalho dos consultores são as pessoas e a nossa função é que lhes resolvamos os problemas e ajudemos a realizar sonhos”.</p>



<p>Fonte da notícia <br><a href="https://gestaoempresarial.eu">https://gestaoempresarial.eu</a><br>Para visualizar a notícia original, <a href="https://gestaoempresarial.eu/empresas/a-equipa-n-o1-da-zome/?fbclid=IwAR0V33TzArtrHuzQZxl4N2hZN11HIi3C26nLL9gru5SYMpSaUOURrctAQ34" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui.</a></p>
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